Por que a velocidade de adaptação define a próxima fase da distribuição de produtos alternativos no Brasil

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Apesar de contar com uma indústria de fundos de US$ 2,2 trilhões e mais de 433 mil milionários, o mercado de gestão patrimonial do Brasil está apenas iniciando uma mudança estrutural em direção aos ativos alternativos, após décadas de hegemonia absoluta da renda fixa

A consolidada maturidade do ecossistema fintech do país e o sucesso do Open Finance elevam o nível de exigência operacional dos selecionadores locais, penalizando os processos tradicionais de subscrição e tornando a automação digital um requisito indispensável

O sucesso da distribuição dependerá de uma arquitetura tecnológica modular, capaz de estruturar produtos institucionais em formatos ágeis adaptados ao mercado local — como a emissão de notas estruturadas com código ISIN único