Os investimentos alternativos nos fundos de pensão da América Latina estão em evolução

Coluna de Arturo Hanono

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Durante o período de 2020 a 2025, praticamente todos os países ampliaram sua exposição a essa classe de ativos

Em termos absolutos, o México mantém a maior exposição da região, com aproximadamente US$ 22 bilhões investidos em capital privado, US$ 16,5 bilhões em ativos imobiliários e cerca de US$ 4,7 bilhões em infraestrutura

A oportunidade na América Latina não depende apenas do crescimento dos ativos sob gestão, mas também do processo de sofisticação pelo qual os investidores institucionais estão passando

Chile, Colômbia e Peru optaram por uma elevada internacionalização de suas carteiras. Nesses mercados, cerca de metade dos ativos está investida em emissores estrangeiros