A Europa bate à porta das carteiras latino-americanas: a diversificação busca uma alternativa a Wall Street

A IA e a infraestrutura, entre outros fatores, colocam a região no radar dos gestores

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Foto cedida

Autor: Antonio Sandoval

Entre o início de 2025 e março de 2026, os fundos de renda variável europeia receberam mais de € 74 bilhões em entradas líquidas, o maior fluxo desse tipo em uma década

A J.P. Morgan Asset Management também identificou, em 2026, um retorno do interesse pela renda variável europeia

A outra parte da tese europeia está longe da tecnologia. Tem a ver com política fiscal, infraestrutura e defesa

A oportunidade, sob essa perspectiva, não consiste apenas em comprar “Europa”, mas em determinar qual Europa comprar