Prudência, diversificação e flexibilidade tática: chaves para construir carteiras em 2026 além da geopolítica

De acordo com os responsáveis por bancos privados e consultoria para grandes patrimônios

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Pixabay CC0 Public Domain

Autor: Alicia Miguel Serrano

As altas valorizações bursáteis, especialmente em alguns setores e regiões, a evolução dos lucros ou o impacto tarifário continuam no foco de atenção dos gestores patrimoniais

As oportunidades em 2026 estão em determinados segmentos da renda variável — ligados à IA ou à bolsa europeia em setores industriais e small caps — e da renda fixa dívida emergente, de qualidade ou crédito, mas também dos mercados privados — private equity, infraestruturas ou crédito privado

Nicolas Barquero (Santander Private Banking Espanha): “O melhor conselho é manter a capacidade de investir no longo prazo, sem se deixar levar pela volatilidade do curto prazo; a prudência, a diversificação e a gestão ativa continuarão sendo as bases para aproveitar este ‘superciclo’ de inovação”

José Manuel García Martí (atl Capital): “Cada grupo familiar deve ter e desenvolver a estratégia que melhor se adapta às suas características e necessidades de longo prazo; todas elas passam pela gestão do risco, diversificação e investimento com um objetivo de médio/longo prazo”

José María Ferrer (Abanca): “Os mercados privados continuarão desempenhando um papel protagonista, mas esperamos um ambiente de menor crescimento”